Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
Home | Institucional | Personalidades em destaque | Cerimonial | Colunistas | Galeria de Fotos | Agenda | Parceiros | Espaço Kids | Bons Tempos | Contato
         
 
  Colunistas  

O LADO BEM HUMORADO DA ECONOMIA
 

                                                                     

PELA HORA DA MORTE

Paulo Roberto Vieira

Envelhecemos, e esta é uma verdade indiscutível, e pior, irreversível.Quando mais jovens, basta uma noite de sono para curar nossos males; mais velhos, principalmente depois dos quarenta, as dores passam a fazer parte indissolúvel do cotidiano. E entre reumatismos, tendinites, artroses e afins (ou nem tão afins), vemos o tempo passar.

E os gastos? Se na juventude torramos dinheiro nas baladas noturnas das boates da moda, na velhice as baladas também podem ser noturnas, mas nas casas de saúde às vezes nem tão na moda assim. E ainda por cima, muitos procedimentos não são cobertos pelos planos de saúde, cujas planilhas parecem não acompanhar a rapidez da evolução da medicina (ou melhor, a evolução das doenças). Com o correr do tempo e a decadência física, os gastos com saúde andam de Ferrari, e os reajustes da renda vão de Fusquinha... velho, para ser coerente. Está provado que, em condições normais, o aposentado com idade superior a 70 anos gasta, na vida diária, cerca de 30% menos que um indivíduo da vida ativa. Mas, em média, nos gastos com medicamentos, o dispêndio é 60% maior do que uma pessoa com menos de 40 anos.

Mas, no meio desse bombardeio, há sempre uma boa notícia: a de que a expectativa de vida do brasileiro aumenta continuamente. No entanto, o cerne da questão não é simplesmente viver mais, mas viver mais e melhor. Mas, já que estamos falando de economia, até isso pesa no bolso.

A coisa é tão importante que já existe a “economia da terceira idade” e, dentro dela, “a inflação da terceira idade” (em que possuem lugar de destaque, claro, os reajustes de medicamentos, planos de saúde, etc), também chamada “inflação da melhor idade”. Concordo com o índice, importante na avaliação da carestia de um país, mas discordo do nome: a terceira idade nem sempre é a melhor idade, até porque falta até força física para lutar por uma vida melhor.

Mas deixemos as lamúrias e lembremos que, em que pese as dores no corpo, a vida até que está bem boa. Tanto é que ninguém quer ir embora. Aliás, por falar em ir embora, já viram os preços dos serviços fúnebres? Literalmente, estão “pela hora da morte”. O melhor mesmo é ir ficando por aqui, nem que seja fazendo hora extra...


 
   
     
   
  A aplicabilidade do Cerimonial é bem mais ampla do que se imagina  
     
   
  O LADO BEM HUMORADO DA ECONOMIA  
     
   
  Larissa 15 anos  
     
   
  Color block  
     
   
  Fotos dos passeios ecológicos - Fotos: RoneyJober Andrade  
     
   
  Novas Placas 2013  
     
   
    Beatriz Cerqueira Lage - 01 ano - Filha de Dawisson Assis Lage e Aline Cerqueira Lage  
         
rodape Todos os direitos reservados. Eustáquio Félix. 2011 Desenvolvido por:

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player