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  Colunistas  

Paulo Vieira
 
O DÓLAR

Dólar que cai, dólar que sobe, dólar que proporciona bons negócios, dólar que traz preocupações. O dólar é a principal moeda do mundo, e disso ninguém duvida. Afinal, ele é aceito em qualquer parte do mundo, diferente de outras moedas que não possuem aquilo que se chama de “conversibilidade ampla”, ou seja, a possibilidade e a capacidade de trocar a moeda por uma outra moeda em qualquer ponto do planeta. E isso pode ser facilmente constatado através de uma medida simples tomada por aqueles que vão para o exterior, que é comprar dólares.

No rastro da instabilidade atual da economia norte-americana, o dólar tem oscilado muito nos últimos anos, ao ponto de deixar de ser aquele investimento com o qual muita gente sonhava. Eu me lembro que, antes, ao perguntar para uma pessoa quais os investimentos que tinha, o indivíduo enchia o peito para dizer que estava investido em dólar, até porque isso soava como uma garantia de boa administração de suas finanças e de proteção inteligente ao patrimônio. Isso passou, e hoje não se recomenda investir nas “verdinhas”. Não há dúvida, no entanto, que ainda se trata de um ativo de peso, mas que só é recomendável para viajar e pagar dívidas. As incertezas e as oscilações mataram a confiança do investidor e a certeza de ganhos.

Ainda assim – e mesmo levando-se em conta os soluços recentes – o dólar ainda é a moeda de referência internacional. Mais de noventa por cento dos contratos internacionais envolvendo valores são firmados em dólar norte-americano (sim, há outros dólares, como o australiano, o canadense, o neozelandês, mas sem o peso do americano), além do que a economia dos Estados Unidos é responsável por cerca de um quarto de toda a riqueza produzida no mundo.

De vez em quando, alguém fala em substituir o dólar por outra moeda. Fica a pergunta: que moeda? Antes de a verdinha ser a referência mundial que ainda é, a moeda mais importante era a libra esterlina, da Grã Bretanha. Por uma série de motivos, que vão desde as guerras mundiais até o avanço da economia norte-americana, a libra foi perdendo espaço, até que o dólar tomou conta do pedaço.

Esse processo de transição demorou mais de 30 anos. Portanto, não será da noite para o dia que teremos qualquer alteração da espécie. Em resumo, o dólar ainda fará parte da vida do mundo por muito tempo.

 
   
     
   
  A aplicabilidade do Cerimonial é bem mais ampla do que se imagina  
     
   
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